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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Na volta ninguém se perde...

Abraço aos/as leitores/as neste retorno.

Observando o último texto publicado ainda se falava no que Ricardo Coutinho enfrentaria em termos de
dificuldades para sonhar em aportar no Palácio da Redenção. O importante é que o "mago" chegou lá.

E o Governo? Ricardo tem engolido indigesta gastronomia política neste início de gestão, no entanto, consciente do que tem enfretado e suas necessidades de acontecer para que se possa pensar em administrar a Paraíba.

O "mago" entrou com "dois quentes e um fervendo", principalmente mexendo em vespero ao decidir afastar os contratados e os protempores, verdadeiras "pedras" no calcanhar de vários governantes que passaram pelo PR e de forma hipócrita, onde o interesse político soou sempre a maior, impediu de se tomar providencias para dar a essas pessoas a dignidade de quem presta serviços públicos sem a garantia da estabilidade e da efetividade.

Os governos enganaram essas pessoas e nunca se fez qualquer tipo de campanha para dizer a verdade sobre o tipo de vínculo que cada um/a tinha para com o Estado da Paraíba. O mais fácil foi contratar ou mandar ocupar funções sem cargo (o caso dos protempres). O importante era a contraprestação do favor realizado através do voto no dia da eleição.

Esse estado de coisa precisava ter um fim. Não quero entrar no mérito ainda sobre a forma como o Governador Ricardo Coutinho tem tratado do assunto, mas, não tenho nenhuma dúvida quanto ao beneficio que Ricardo faz neste momento aos/as verdadeiros/as servidores/as públicos - os de carreira - que precisam ser vitos/as de forma diferenciada, até porque adquiriram por direito a obrigação do Estado vê-los/as de forma diferente, pois são estes/as os verdadeiros ocupantes das funções governamentais.

Se neste início de governo o problema dos protempores tem causado conflitos, confio na ação do Secretário Gilberto Sarmento (meu ex-aluno no Curso de Direito da UEPB), e, nas ações que serão utilizadas para finalmente acabar com essa vergonha - mais uma praticada por este Estado pobre de tudo.

Algum/a leitor/a poderá indagar: E como fica a situação de quem perde a função contratada ou temporária?

No próximo artigo trataremos desse assunto.

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