É impressionante como as verdades vem à tona por mais panos quentes que lhes possam manter-se submersas para esconder interesses que podem ser prejudicados quando essas verdades chegam ao conhecimento público.
A imprensa (tanto de um lado quanto do outro lado), amanheceu esta segunda feira, último dia do mês de maio dando todos os destaques possíveis aos números de uma pesquisa detalhada publicada no final de semana pelo Jornal da Paraíba cujos números na proporção em que assustaram alguns, tranquilizam outras pessoas, especialmente aquelas como eu (desculpem a imodéstia) tem procurado se pautar com absoluta neutralidade (por enquanto, é verdade), a respeito dos nomes que pretendem disputar as eleições para o Governo do Estado em outubro deste ano.
Os números divulgados, pela minha humildade ótica confirmam o que eu tenho conversado a míude com alguns amigos mais chegados, tanto seguidores de Maranhão quanto seguidores de Ricardo Coutinho, que, essa aproximação de Coutinho aos Cunha Lima nao renderia bons frutos nem bons fluídos ao ex-prefeito da capital em razão do desgaste politico daquele grupo cujas práticas históricas sofreram até recentemente crtícas de Coutinho e de seu grupo além de terem incomodado os paraibanos que se viram mais uma vez obrigados a sofrer com as notícias irônicas e humilhantes veiculadas pela grande midia nacional.
A união de Coutinho e os Cunha Lima só trouxe vantagens para o grupo campinense que precisava se fortalecer com sangue novo depois de todos os episódios vividos pelo governador cassado e pela falta de ações administrativas concretas dos seus seis anos de governo sem nenhum ponto de destaque que pudesse amortecer o sofrimento natural e o desgate em razão de todo o processo de cassação.
Enquanto isso Coutinho que saiu de uma reeleição com mais de setenta por cento dos votos e no segundo governo tinha a aprovação de mais de sessenta por cento dos administrados, após sua vinculação ao grupo Cunha Lima e consequentemente aos aliados daquele, inclusive o Senador Efraim Morais, formou-se uma curva descedente em desfavor do ex-prefeito pessoense que conforme os números de todas as pesquisas até agora publicadas nao apresenta qualquer nível de crescimento.
Alie-se a isso o forte esquema de apoio e estratégia politicos formados por Maranhão e seu grupo que tem sabido ocupar os espaços de mídia e convence (sic) destacados nomes do jornalismo político paraibano em dar-lhe destaque como homem estrategista politico e ao mesmo tempo grande administrador, mesmo que as obras comandadas por Maranhão tenham sido iniciadas no governo de Cunha Lima que por sua vez nao teve a competencia que Maranhão tem para publiciza-las a quem de direito, apesar das noticias de intenso gasto publicitário com publicidade no governo cassado.
Voltando a pesquisa do Jornal da Paraiba, sem dúvida, deve o grupo de Coutinho se preocupar com os números. Maranhão lidera em todos os regionais do Estado e em alguns com índices inquietantes para Coutinho e Cia. Mesmo liderando em Campina Grande, a diferença favorável a Coutinho é muito pequena e o fenômeno nao deixa de ter a influencia da recente cassação do prefeito Veneziando Vital do Rêgo, obstáculo esse que pode se superado conforme a decisão do TRE.
Há quem culpe Coutinho pelo fato de ter abandonado suas bases em João Pessoa para se preocupar com o interior cuja estratégia para alguns é de autoria dos Cunha Lima para tornar Coutinho mais conhecido junto aos eleitores do interior do Estado.
A bem da verdade, levando-se em consideração que há um desgaste natural contra Coutinho pela saída do poder, sua ausência da capital é sim sintomática obsevando-se que as oposições foram fortalecidas e que Lauremília/Cicero tem muita força em João Pessoa o que nao se pode dizer o mesmo do governador cassado e neste ponto que pode se configuar o desequilibrio explorado em seu favor por Maranhão.
Nao podemos duvidar da capacidade de recuperação dos Cunha Lima pelo histórico que conhecemos de perto e dele já tivemos a oportunidade de participar. Queremos descobrir se Coutinho tem esse mesmo folego e se essa soma lhe dará chance de uma recuperação que estimule os seus seguidores, muitos preocupados e inseguros neste momento.
Nao se pode também desprezar o fato de que a campanha ainda não começou e que a mídia eletrônica será de fundamental importância para decidir a favor de um ou de outro. Levemos em consideração ainda que no quesito de rejeição os dois principais candidatos estão praticamente empatados, porém na leitura de hoje Maranhão tem chances de vitórias e conforme os acontecimentos daqui prá frente, pode ser reeleito no primeiro turno.
Vamos aguardar esses acontecimentos. Vamos assistir de que forma Coutinho reaje as intempéries eleitorais.
A imprensa (tanto de um lado quanto do outro lado), amanheceu esta segunda feira, último dia do mês de maio dando todos os destaques possíveis aos números de uma pesquisa detalhada publicada no final de semana pelo Jornal da Paraíba cujos números na proporção em que assustaram alguns, tranquilizam outras pessoas, especialmente aquelas como eu (desculpem a imodéstia) tem procurado se pautar com absoluta neutralidade (por enquanto, é verdade), a respeito dos nomes que pretendem disputar as eleições para o Governo do Estado em outubro deste ano.
Os números divulgados, pela minha humildade ótica confirmam o que eu tenho conversado a míude com alguns amigos mais chegados, tanto seguidores de Maranhão quanto seguidores de Ricardo Coutinho, que, essa aproximação de Coutinho aos Cunha Lima nao renderia bons frutos nem bons fluídos ao ex-prefeito da capital em razão do desgaste politico daquele grupo cujas práticas históricas sofreram até recentemente crtícas de Coutinho e de seu grupo além de terem incomodado os paraibanos que se viram mais uma vez obrigados a sofrer com as notícias irônicas e humilhantes veiculadas pela grande midia nacional.
A união de Coutinho e os Cunha Lima só trouxe vantagens para o grupo campinense que precisava se fortalecer com sangue novo depois de todos os episódios vividos pelo governador cassado e pela falta de ações administrativas concretas dos seus seis anos de governo sem nenhum ponto de destaque que pudesse amortecer o sofrimento natural e o desgate em razão de todo o processo de cassação.
Enquanto isso Coutinho que saiu de uma reeleição com mais de setenta por cento dos votos e no segundo governo tinha a aprovação de mais de sessenta por cento dos administrados, após sua vinculação ao grupo Cunha Lima e consequentemente aos aliados daquele, inclusive o Senador Efraim Morais, formou-se uma curva descedente em desfavor do ex-prefeito pessoense que conforme os números de todas as pesquisas até agora publicadas nao apresenta qualquer nível de crescimento.
Alie-se a isso o forte esquema de apoio e estratégia politicos formados por Maranhão e seu grupo que tem sabido ocupar os espaços de mídia e convence (sic) destacados nomes do jornalismo político paraibano em dar-lhe destaque como homem estrategista politico e ao mesmo tempo grande administrador, mesmo que as obras comandadas por Maranhão tenham sido iniciadas no governo de Cunha Lima que por sua vez nao teve a competencia que Maranhão tem para publiciza-las a quem de direito, apesar das noticias de intenso gasto publicitário com publicidade no governo cassado.
Voltando a pesquisa do Jornal da Paraiba, sem dúvida, deve o grupo de Coutinho se preocupar com os números. Maranhão lidera em todos os regionais do Estado e em alguns com índices inquietantes para Coutinho e Cia. Mesmo liderando em Campina Grande, a diferença favorável a Coutinho é muito pequena e o fenômeno nao deixa de ter a influencia da recente cassação do prefeito Veneziando Vital do Rêgo, obstáculo esse que pode se superado conforme a decisão do TRE.
Há quem culpe Coutinho pelo fato de ter abandonado suas bases em João Pessoa para se preocupar com o interior cuja estratégia para alguns é de autoria dos Cunha Lima para tornar Coutinho mais conhecido junto aos eleitores do interior do Estado.
A bem da verdade, levando-se em consideração que há um desgaste natural contra Coutinho pela saída do poder, sua ausência da capital é sim sintomática obsevando-se que as oposições foram fortalecidas e que Lauremília/Cicero tem muita força em João Pessoa o que nao se pode dizer o mesmo do governador cassado e neste ponto que pode se configuar o desequilibrio explorado em seu favor por Maranhão.
Nao podemos duvidar da capacidade de recuperação dos Cunha Lima pelo histórico que conhecemos de perto e dele já tivemos a oportunidade de participar. Queremos descobrir se Coutinho tem esse mesmo folego e se essa soma lhe dará chance de uma recuperação que estimule os seus seguidores, muitos preocupados e inseguros neste momento.
Nao se pode também desprezar o fato de que a campanha ainda não começou e que a mídia eletrônica será de fundamental importância para decidir a favor de um ou de outro. Levemos em consideração ainda que no quesito de rejeição os dois principais candidatos estão praticamente empatados, porém na leitura de hoje Maranhão tem chances de vitórias e conforme os acontecimentos daqui prá frente, pode ser reeleito no primeiro turno.
Vamos aguardar esses acontecimentos. Vamos assistir de que forma Coutinho reaje as intempéries eleitorais.

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