O mundo das profissões está invadido por instituições de representação politica e social, cada qual, atuando em faixa própria, buscando, para utilizar-me do linguajar popular, "puxar a sardinha para sua brasa".
São Sindicatos, Associações Civis, Ordem daqui, Ordem dacolá, Conselhos, Federações, Confederações e por ai vai.
Acontece porém, que, em se tratando de SERVIDOR PÚBLICO, aquele/a que ingressa no serviço público através do Concurso, aquele/a que cumpre estágio probatório e comprova sua aptidão para o exercicio da função - nem todos/as tem aptidão, aquele/a que no exercicio pleno de suas funções e de seu cargo engrandece a Adminstração Pública, produzindo, criando uma relação de total integração entre o poder e o povo, aquele/a que é assiduo/a marcando presença no horário de trabalho, aquele/a que cria no interior do orgão onde atua uma teia de amizades, compreendendo que naquele ambiente de trabalho existe uma familia e portanto quanto melhor o ambiente maior será a felicidade de atuar e crescer na carreira.
O Servidor Público tem poucas chances de tomar conhecimento dessas prerrogativas importantes para a sua carreira e para a sua vida profissional, pois lhe falta o direcionamento de instruções e de capacitação que em primeiro plano os tornem "profissionais do estado" e não simplesmente "funcionários públicos".
Não consigo enxergar na Paraíba e em outros Estados do porte do nosso, essas politicas voltadas para legitimar a profissão do Servidor Público, como por exemplo, existem politicas objetivas para a valorização do profissional do ensino superior, apesar da falta de recursos para financiar bolsas de estudos para os que decidem enfrentar a estrada da capacitação continuada.
Ao retirar parte dos agentes públicos - sem estabilidade e sem efetividade - e aqui me refiro aos contratados e aos protempores, o Governador Ricardo Coutinho inicia um processo de "moralização" quanto ao preenchimento das funções sem cargos e acredito que a competência e o conhecimento de gestão que ele tem, farão por criar novas diretrizes de como tratar todas aquelas pessoas que sejam chamadas para contribuir temporariamente com o serviço público - usando a ética acima de tudo - para dizer a cada uma daquelas pessoas que o vinculo é temporário e a permanência além do que se prevê nos contratos dependerá da conveniência e da oportunidade avaliadas pela Administração Público quando necessário e nunca pelo interesse político do detentor da principal cadeira do PR, o que até dias desses acontecia.
E quanto aos órgãos de representação, gostaria de conhecê-los e saber o que fazem em favor dos SERVIDORES PÚBLICOS.
Voltarei ao assunto.
São Sindicatos, Associações Civis, Ordem daqui, Ordem dacolá, Conselhos, Federações, Confederações e por ai vai.
Acontece porém, que, em se tratando de SERVIDOR PÚBLICO, aquele/a que ingressa no serviço público através do Concurso, aquele/a que cumpre estágio probatório e comprova sua aptidão para o exercicio da função - nem todos/as tem aptidão, aquele/a que no exercicio pleno de suas funções e de seu cargo engrandece a Adminstração Pública, produzindo, criando uma relação de total integração entre o poder e o povo, aquele/a que é assiduo/a marcando presença no horário de trabalho, aquele/a que cria no interior do orgão onde atua uma teia de amizades, compreendendo que naquele ambiente de trabalho existe uma familia e portanto quanto melhor o ambiente maior será a felicidade de atuar e crescer na carreira.
O Servidor Público tem poucas chances de tomar conhecimento dessas prerrogativas importantes para a sua carreira e para a sua vida profissional, pois lhe falta o direcionamento de instruções e de capacitação que em primeiro plano os tornem "profissionais do estado" e não simplesmente "funcionários públicos".
Não consigo enxergar na Paraíba e em outros Estados do porte do nosso, essas politicas voltadas para legitimar a profissão do Servidor Público, como por exemplo, existem politicas objetivas para a valorização do profissional do ensino superior, apesar da falta de recursos para financiar bolsas de estudos para os que decidem enfrentar a estrada da capacitação continuada.
Ao retirar parte dos agentes públicos - sem estabilidade e sem efetividade - e aqui me refiro aos contratados e aos protempores, o Governador Ricardo Coutinho inicia um processo de "moralização" quanto ao preenchimento das funções sem cargos e acredito que a competência e o conhecimento de gestão que ele tem, farão por criar novas diretrizes de como tratar todas aquelas pessoas que sejam chamadas para contribuir temporariamente com o serviço público - usando a ética acima de tudo - para dizer a cada uma daquelas pessoas que o vinculo é temporário e a permanência além do que se prevê nos contratos dependerá da conveniência e da oportunidade avaliadas pela Administração Público quando necessário e nunca pelo interesse político do detentor da principal cadeira do PR, o que até dias desses acontecia.
E quanto aos órgãos de representação, gostaria de conhecê-los e saber o que fazem em favor dos SERVIDORES PÚBLICOS.
Voltarei ao assunto.

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