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segunda-feira, 22 de junho de 2009

O caótico "trânsito" da capital e a omissão da STTRANS

É concebível que o paulistano ponha entre as principais causas de doenças psquiátricas o conturbano e complicado trânsito da capital paulista o que obriga atualmente o condutor de veículo particular passar mais tempo dentro do carro do que prorpiamente em casa com a família. Até neste ponto devemos compreender a mazela sem no entanto, aceitá-la de bom grado.
E aqui em nossa capital - João Pessoa? Será que as autoridades do setor ainda não compreenderam que é hora de assumir o "pipino" e procurar encontrar uma razão que na pior das hipóteses seja recebida como uma satisfação aos condutores e veículos que pagam tão caro seus impostos e que não têm recebido do poder pública a reciprocidade em termos de conforto e segurança na circulação dos seus bems automotores?
É inacreditavel e inaceitável conviver com a insegurança sob todos os aspectos. Alguém com autoridade suficiente já tentou levantar dados sobre o valor apurada com o pagamento de IPVA, multas estaduais e municipais que envolvem os proprietários de veículos, o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de João Pessoa?
Pode faltar competência àqueles que gerenciam essas áreas da Administração Pública, mas por outro lado, dinheiro existe e de montão.
Nenhum solução imediata se tem notícia para pelo menos minimizar o caótico trânsito do centro da cidade, da Avenida Epitácio Pessoa, da Avenida Tancredo Neves, da Beira Rio, das Praias, dos bairros Bancários, Mangabeira e adjacentes, de nada valendo algumas obras de trânsito implantadas em algumas dessas áreas por falta de outras obras essenciais que poderiam transformar o nosso trafégo urbano em um trânsito mais digno com respeito aos usuários.
Apenas para exemplicar o que comentamos neste artigo, convidamos quem não conhece ainda para circular do centro em direção aos Bancários, Mangabeira e o Valentina Figueiredo nos horários de "rush", bem como circular do centro em direção a Manaíra indo por Tambía tomando o rumo da Tancredo Neves após o bairro dos Ipês. Como diria aquele apresentador de TV: Loucura, Loucura, Loucura. E põe loucura nessa zorra. E cadê o STTRANS? E o Detran? Nem parece que residimos em cidade integrante de uma região metropoltina. Agora para criar parlamento metropolitano os parlamentares mrins se interesam. Ufa!.
O pior é que apesar de um tema tão palpitante que poderia chamar a atenção de quem dispõe de espaços na grande imprensa, a rotina ainda se prende as fofocas políticas e ainda aparecem os que reclamam que os principais grupos políticos do nosso Estado vivem de "picuínha". Querem estimulo maior?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O Redutor Previdenciário - quando terá fim?

Anos atrás ao conversar com as autoridades que atuam na área da Previdência, lendo, pesquisando, doutrinando ou acompanhando o que ocorre com a Previdência Pública em outros países, havia um ar de desconfiança quanto ao futuro das aposentadorias do trabalhador brasileiro em face de mudanças que seriam introduzidas a partir do inicio do ano 2000 com sabores nada agradavéis para as gerações que completariam tempo suficiente para o "ócio".
E toda a desconfiança se discortinou através das Emendas Constitucionais que de cidadania nada tiveram ao se constatar a criação do chamado "redutor da previdência", artimanha técnica e ao mesmo tempo jurídica que desestimula a pessoa não entrar neste rol ao completar cinquenta e três anos de idade, adquirindo portanto o direito a aposentadoria, no entanto sem a integralidade do valor que tem direito.
São milhares de cinquentões - inclusive eu, que por lei já poderiam viver o "ócio", mas, com os recursos previstos nesses casos, esse "ócio" se transforma numa grande "dor de cabeça".
O Senador Paim (PT-RS) em 2008 desempenhou um papel super importante fazendo movimentar a nação que vive a expectativa da aposentadoria e tendo conquistado as duras penas a vitória de um projeto de lei que reestabelece a aposentadoria integral para os casos da idade limite dos cinquenta e três anos, desde que o cidadão comprove os trinta e cinco anos de contribuição previdênciária.
A matéria seguiu para a Câmara Federal, mas, ao que tudo indica, o Governo Federal pôs uma pá de terra sobre o assunto (ou seria uma caçamba reforçada?), utilizando a sua fiel bancada situacionista para não permitir que a Previdência Social venha a ter que aposentar milhares de cidadão (que adquiram o direito).
Como o ato juridico perfeito e o direito adquirido nessas circunstâncias? Bem que a bancada paraibana poderia ser preocupar um pouco mais e se dedicar igualmente na luta pelos interesses desse sergmento da sociedade porque certamente que essas pessoas têm direito a voto e da forma como a bancada federal se omite na discurssão do tema pode aconter no eleitor "se omitir" e não votar em nenhum dos nomes que hoje nos representam na alta Câmara.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Chega de axé e de Forró de Plástico!

A Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba finalmente deu o ar da graça do parlamento paraibano com uma propositura a altura dos interesses do povo e em particular do dinheiro público - quer seja do Estado e na mesma ordem da Prefeituras Municipais.
Propõe o deputado Dunga Junior a edição de uma Lei estadual que exija a contratação de artistas e bandas do autêntico forró nordestino (pé de serra) quando da realização dos eventos juninos (Santo Antônio, São João e São Pedro), além das festanças de forró que tomam conta da Paraíba praticametne de maio ao final de junho de cada ano.
Tem sentido sim a proposta do deputado caririzeiro a partir do momento em que proíbe na lei a contratação por parte da Administração Pública de bandas de axé, pagode e forró de plástico para esse período.
E o problema não reside apenas neste ponto. Será que as pessoas mais avisadas já pararam para observar o conteúdo das músicas dessa bandas de forró de plástico?
É um agressão a índole da mulher e do homem da mesma forma pois os temas que dominam as composições (?) esquecem de engrandecer a mulher como mãe, como trabalhadora, como parceira fundamental na formação da família e do lar para dar lugar a mulher bandoleira, depravada e que vive pulando de galho em galho e botando galho. O homem não fica distante desta pintura nas letras dos forrós de plástico.
E o pior é que o povão gosta. Financiados pelo dinheiro do povo (e ninguém sabe o valor real de um show das bandas mais caras), as prças pública são inundadas pela presença da juventude em particular que não pára de se rebolar ao som de calcinhas (preta, brança, azul, amarela), aviões (do forró, do nordeste, cabra da peste) e ainda outras criações hilárias, a exemplo de Tempero não sei de quê, Cheiro de (menina, donzela, coroa) entre outras.
Partindo-se para o axé a coisa não funciona diferente. Sobra melodia para pouca letra. É um tal de: aê, aê, aê, ha, ha, ha, iê, iê, iê - ileaeêeeeeee!. E tome pancada no couro (dos surdões). A apologia dessas composições só promove Salvador e nada mais.
E como explicar a falta de apoio a artistas do quilate de Nando do Cordel, Flávio José, Amazan, Ton, Pinto do Acordeon, Nordestinos do Ritmo, Os 3 do Nordeste, Sussuca de Monteiro e Banda Karkará? Entre tantos outros grandes artistas, esses precisam de apoio - inclusive da Administração Pública e não recebem na proporção dos seus valores.
Vamos torcer para que a proposta do deputado Dunga Junior seja aprovada pela AL e que a Paraíba começe a agir no sentido de respeitar as nossas tradições e riquezas culturais a partir da execução de músicas nossas e de nossos compositores e cantores. Ahê!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A TERCEIRA FORÇA POLÍTICA MORREU NO NASCEDOURO!


Quem não conhece o Estado da Paraíba mas tem acesso as notícias de cá certamente que deve fazer uma péssima imagem do que acontece no mundo da política.
Sinceramente que não dá para compreender como perdemos tanto tempo em discutir "fruticas" e "fofocas" sobre as personalidades que compõem os quadros partidários bem antes do tempo adequado para as discurssões sobre candidaturas ao Governo do Estado para o ano de 2010.
É um tal de o candidato é Maranhão, ou, o candidato é Cícero, e ainda, o candidato é Coutinho, pelo contrário, o candidato é não se sabe quem e neste jogo de "fruticas" e "fofocas" setores da mídia utilizam-se de todas as linguas, posturas e perspectivas, inclusive chegando ao extremo de alguns se declararem abertamente em favor de A ou de B.
Alguns colegas radialistas que até recentemente se intitulavam verdadeiros Robin Hood lutando bravamente em favor do povo e contra o governo de então, num passe de mágica mudaram suas posturas profissionais e seus programas que antes eram vitrines dos problemas que angustiam e indignam o nosso povo, para, repentinamente se transformarem em programas policiais e mudarem o alvo da desgraça do povo para destacar a desgraça pela violência (assunto banalisado pela forma como tem sido tratando pela ciência comunicativa sem nenhuma inovação nesses meus trinta e cinco anos de profissão).
Enquanto isso, as pessoas são humilhadas no seu direito à saúde (basta visitar o Hspital Edson Ramalho); São humilhadas na qualidade do ensino da grande maioria das escolas públicas nos municipios e no Estado; O fomento do emprego, da casa própria, da renda e da dignidade da pessoa humana são fatores que pouco tem importado para os governos - quiça para a nossa mídia.
Os programas radiofônicos políticos preferem abrir seus microfones para ouvir todos os dias as mesmas pessoas e que nesta repitição sem gosto, sem sal e sem conteúdo, terminam por refletir junto ao menos avisado uma realidade que existe na cabeça dos que se utilizam desses instrumentos para bajular ou fazer intrigas desde que suas vantagens através das "boquinhas" no serviço público sejam mantidas por aqueles que estão no poder.
Pobres e coitados políticos paraibanos. Quanta falta de criatividade. Os mais destacados (sic), não perdem uma oportunidade de se alfinetarem uns aos outros. Quanta indecência. As cenas vão se repetindo e quando se animam alguns de nós de que uma luz no fim do túnel começa a brilhar, essa fagulha de luz de repente vira fumaça cuja nuvem poluente e fedida nos decepciona porque esse "novo" que é representado por essa miníma luz passa a se comportar nos mesmos padrões e se nivela em igualdade absoluta com aqueles principais líderes históricos, ou talvez pior do que aqueles.
Assim, nos bate uma saudade que aperta o coração quando nos lembramos de homens da estirpe de Humberto Lucena, Antonio Mariz, Aloisio Afonso Campos, João Agripino, Ernanin Sátyro, Osvaldo Trigueiro, Hermano Almeida, Evaldo Cruz, - lideranças que se espelharam em nomes que dignificaram a nossa política a exemplo de Argemiro de Figueiredo, José Américo de Almeida, Damásio Franca, Otacilio Queiroz, entre tantos outros que não chegamos a conhecer mas tivemos a oportunidade de ouvir relatos belíssimos sobre suas condutas de estadistas e de políticos e que fizeram a Paraiba crescer.
Entre todos esses houve sempre a disputa e as querelas de ordem partidária e ideológica, no entanto quando se tratava de defender a Paraiba e fazê-la caminhar no trilho do progresso e do desenvolvimento qualquer ânimo mais exaltado dava lugar a união de forças bem pelo bem do nosso povo.
A geração de hoje vive enganada e as nossas principais lideranças se enganam por aceitarem instruções e consultorias de pessoas que nos bastidores do poder só pensam em seus interesses e tem levado esses líderes a situações as vezes de extrema ridicularidade. Mesmo assim em determinadas ilhas da nossa mídia tem gente que aplaude.
Se a animação pelo surgimento de uma nova esperança politica de repente se tranforma em decepção, é preciso voltar as vistas para se discutir e debater a crise terrivel por que passa o nosso povo desde a capital até o mais humildade municipio desse Estado e desta forma tentar encontrar algo novo e diferente - o que não será tão fácil.
Aposentados que recebem mensalmente a míséria de seus proventos não tem o direito de utilizar-se desse dinheiro para financiar seus interesses pois, não havendo emprego para a juventude, os vovôs e as vovós continuam arrimos mantendo filhos e netos com seus parcos recursos provenientes da aposentadoria.
Os jovens não estão tendo a oportunidade que precisam do primeiro emprego e a inclusão social é lenta e asfixiante para um Estado que precisa ser tratado com carinho quanto as politicas sociais.
Retornaremos a tratar desse assunto em breve.
Aproveitamos para solicitar dos nossos webleitores que enviem suas sugestões sobre temas que devamos debater neste espaço. Ficaremos muito felizes com a sua participação.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Até quando o Estado continuará brincando de prestar serviço de Saúde?
É estarrecedor, tenebroso e desumano o que ocorre na rotina do Hospital Edson Ramalho em nossa capital paraibana. Se vivessemos em um pais sério imperando o conteúdo da Constituição Federal, certamente que alguns políticos estariam na cadeia (e não faltaria policiais para prendê-los pois o Hopsital é gerenciado pela Polícia Militar).
Na última semana conviví por necessidade (a minha filha mais nova teve um sério problema de saúde) e por este motivo passei toda a sexta-feira à tarde e a noite ao seu lado sentados em um banco simples de madeira ao observando dezenas de outros pobres coitados da sorte que igualmente a mim e minha flha precisaram aguardar pacientemente para receber todo o tratamento preciso em razão do mal súbito que a acometeu.
Não podemos nem devemos esquecer do sacerdócio de alguns médicos e enfermeiros e mais particularmente dos técnicos em enfermagem, verdadeiros heróis e heroinas para suportar testemunhar tanto sofirmento e até a morte de alguns que não resistem ao abandono do Estado e as péssimas condiçoes de higiene e se vão deixando apenas saudades.
É triste saber por exemplo que nossos deputados estaduais se utilizam de verbas sociais do orçamento milionário da Assembléia Legislativa, quando esse dinheiro poderia e deveria ser direcionado para a construção de um novo Hospital Edson Ramalho.
É triste da mesma forma saber do custo de tantas peças e instrumentos de promoção do Governo Estadual - seja que for o Governador, inudando as nossas mídias de propaganda e patrocinios enquanto no quadro da realidade a situação é bem diferente dos sonhos mirabolantes dos propagandistas de plantão.
É triste ainda saber que milhões de reais escoam pelos ralos da agências de passagens e de empresas aéreas patrocinando um festival de mordomias e atitudes improbas daqueles que deveriam respeitar a cada um de nós que o elegeu e o mandou para Brasília para criar leis e fiscalizar a Administração Pública, mas, pelo contrário o que muitos desses enganadores fazem é lutar por seus interesses pessoais e se utilizarem do dinheiro do povo para custear suas sanhas de poder.
Não é possivel que nenhuma voz parlamentar (Câmara Municipal de João Pessoa, Assembléia Legislativa da Paraíba, Câmara Federal e Senado da República), grite alto e bom som sobre a urgente necessidade de se reformar o Hospital Edson Ramalho aumentando a sua capacidade de atendimento, bem como o aumento do quadro de médicos, enfermeitos e técnicos em enfermagem na busca de se prestar um serviço que ora é prestado mas com muita precariedade. É preciso lembrar que o povo tem direito à dignidade e como o percentual de pessoas que não podem assinar um plano de saúde particualr é enorme (ultrapassa os noventa por cento da população) compete ao Estado (União, Estados, DF e Municipios), procurar criar um atendimento médico de vergonha.
Se esse atendimento não existe na maioria das cidades desse Brasil é culpa dos desvios de dinheiro, do abuso de poder e abuso de direito sem deixar de lembrar a omissão das instituições que deveriam exercer com mais legitimidade o seu papel de fiscalização e controle dos atos da Administração Pública.
Enquanto não se adotar medidas práticas de punir os culpados pela corrupção neste pais, precisamos estar preparados interiormente (ou seja, em espirito), para suportar o sofrimento de um filho, de uma mãe ou de um pai, cujo mal patológico lhe obriga a procurar o Hospital Edson Ramalho. Ele será atendido mas só Deus sabe como e em que condições.
Fica a pergunta para quem tiver interesse de se manifestar. Até quando? Em tempo lembramos que esse retrato traçado sobre o HER não é diferente da maioria dos Hospitais Públicos daqui e de alhures. Repito: ATÉ QUANDO?