Páginas

Atalho do Facebook

Seguidores

sexta-feira, 22 de maio de 2009

REGISTROS INCIAIS!

Encontros à Distância.

1 - O Paulo Santos ao nos saudar em sua página de boas e atualizadas informações, somadas a opiniões que merecem muita atenção pela credibilidade e o respeito do seu autor, redobra a nossa responsabilidade quanto a esta oportunidade contributiva que o seu portal me oferece. São escritos que nos engrandecem em respeito e confiança neste amigo e companheiro de grandes e históricas jornadas vividas no mundo do jornalismo e da política. Aliás, o editor deste portal (e dono ao mesmo tempo), para provar o seu atencioso e vigilante trabalho quanto ao que por aqui se publica, em razão de eu não ter atualizado o texto com uma maior frequência, ligou-me para dizer-me que encontrou pessoas que já tinham acessado a página de GR e que gostariam de saber porque os nossos artigos não se renovam a cada dia. Ora, pensei cá comigo: "quanta velocidade tem o mundo virtual e como as pessoas começam a se acostumar com o jornalismo na web". Ao receber a informação do meu editor, um misto de preocupação e alegria me invadiu a alma. A preocupação de não decepecionar o portal e aos que acessarem a nossa página. Particularmente a todas as pessoas que já nos deram o prazer de exercer a leitura de poucas linhas que escrevemos até este momento. Agora me conveço cada vez mais. O mundo virtual nunca nos deixará a sós.

As primeiras visitas...

2 - Ao professor Mazinho da Universidade Estadual da Paraiba - Campus de Guarabira, o meu abraço e agradecimento por ter ligado e parabenizado pelos textos expostos nesta página. Da mesm forma o agradecimento ao professor Rômulo Palitot, professor da UFPB, outro amigo que acessa o nosso blog. Ao publicitário e amigo Anastácio Pereira a emoção das linhas deixadas em nossa página comprovação da admiração recíproca.

SOBRE O ARTIGO ANTERIOR...

Externei a minha preocupação com o mundo infantil e o seu futuro e asseguro sem medo de errar que fatos de extrema gravidade tem ocorrido aqui e alhures fazendo com que iniciemos uma cruzada contra a falta de moralidade administrativa da parte daqueles que se intitulam "representantes do povo" nas casas legislativas deste pais.

Enquanto a inocência ilude a fome dos Maikons, das Angélicas e dos Baba Babys que ainda custarão a compreender o mundo real em que vivem, nós maiores de 18 anos somos obrigados a conviver com esta realidade crua e nojenta pela prática intolerável do abuso de poder por parte de algumas figuras que se encastelaram nas masmorras e porões do legislativo criando e executando ações completamente diversas daquelas que a lei reserva em favor do eleitor que os mantém nestas posições de verdadeiros privilegiados do poder.

Não há a reciprocidade. A esperança daquele que escolheu o seu representante é desviada para se transformar em ação que possa beneficiar apenas os "meus" de muitos que ocupam o poder legisaltivo em particular.

A Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba entrou na berlinda por conta de um tal de verba social (como se o poder legislativo tivesse essa prerrogativa), verba essa manipulada através de gabinetes e de alguns deputados tomando direções ninguém sabe para onde. O que se sabe é que fortunas pecuniárias públicas foram empenhadas e resgatadas para atender apelos sociais nunca compatíveis com aquelas necessidades sociais do nosso povo pobre e miserável da Paraiba.

E ao que parece o assunto aos poucos foi morrendo. As páginas de jornais impressos, da webjornalística, os programas de rádio, os textos de comentaristas políticos vão se tornando flácidos, pálidos e tímidos, como se as explicações divulgadas em notas oficiais revelassem verdades legítimas, quando sabemos que mais uma vez o povo é que é escamoteado.

O que estarrece é que as instituições que tem o papel de fiscalizar e denunciar esse tipo de atividade noçiva ao dinheiro dos tributos que pagamos, sequer dão o ar de sua graça. Ninguém se pronuncia. Ninguém se expressa em nome daquelas instituições que tem o papel constitucional de exercer a fiscalização em nome da sociedade e da moralidade pública. Essas instituições a que me refiro são O Minstério Público e o Tribubal de Contas do Estado.

Alguém discordando do que escrevo ou algum ser humano (desumano) da tropa beneficiária das verbas sociais poderia até contra-argumentar: "Mas essas verbas são pretegidas por lei. Os deputados podem usufruir do direito legal de utilizá-las". Eu diria apenas a esse pobre bom-moço (sic) que as leis tem um sentido prático de fazer o bem. Só que esse "bem" tem quer ser legítimo e "erga-omnes" (para todos) e não apenas para alguns apaniguados de plantão.

E para fechar o assunto conclamo aos que tiverem acesso a este artigo: procurem despertar no povo a importância do voto e do eleitor que somos e principalmente da força que representamos. O que nos falta é consciência política. Quando o povo despertar neste sentido, abram alas, não ficará pedra sobre pedra. (Será que alguém já pronunciou essa frase?). E quem será o alvo?

Nenhum comentário:

Postar um comentário