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quinta-feira, 28 de maio de 2009

QUATRO, OITO ou A REREELEIÇÃO?

A política é dinâmica e disso ninguém tem dúvida. No entanto, acompanhando os noticiosos politicos (a mídia em geral) pensei, cá comigo, algumas situações que entendo podem ocorrer nos desdobramentos das principais lideranças do meu Estado que iniciaram a corrida rumo ao Palácio da Redenção, inclusive o atual morador daquele poder, o Governador José Maranhão.
Aliás, ele, o Governador Maranhão, sabe de início que o seu reinado pessoal se limita a 2014, partindo do princípio de que o Governador só tem direito a disputar agora uma Reeleição para um novo mandato (2011/2014). Significa que com mais quatro anos no poder o Grupo liderado pelo filho de seu "Beija" terá que entrar novamente numa batalha fragorosa e, desta feita, o principal líder não poderá ocupar a candidatura majoritária principal. Isto representa duas grandes batalhas eleitorais que se avisinham: 2010 e 2013.
Mas, como na política tudo pode acontecer, quem sabe se uma PEC surge da manga do Presidente Lula Inácio da Silva (para nao repetir o radialista Anacleto Reinaldo - que o trata por "Mané Inácio"), alterando os limites de reeleição para permitir a rereeleição?
Quem me garante que Dilma venha correspondendo a expectativa de Lula? E quem na impossbilidade de Dilma não ser candidata, preencheria as preferências do PT e mais especialmente do Presidente Lula?
Se a Constuituição for alteada neste aspecto permitindo a Lula esta possibilidade de ReReeleição o efeito benefecia todos os ocupantes do Poder Executivo e Maranhão passaria a ter direito legal de disputar a Reeleição em 2010 e posteriomente a Rereeleição em 2013.
Para alguns dos seus adversários - precisamente o ex-governador cassado Cássio Rodrigues Cunha Lima, segundo comentam alguns dos seus aliados nao tão intimos assim, por incrivel que pareça, dos males o menor, ou seja, ao que tudo indica o filho de Ronaldo torce pela reeleição de Maranhão que teria apenas quatro anos de governo a mais, tempo suficiente para uma reorganização das oposiçoes lideradas por Cássio e que na condição de Senador (se eleito) se dedicará de corpo e alma para ser o candidato ao governo em 2013.
O arredio do filho de Ronaldo a candidatura de Cícero e a postura discreta em relação a candidatura de Ricardo Coutinho são sinais visíveis de que nao será fácil o parto da escolha. O ex-governador cassado, agora com tempo disponível para pensar, estuda com atenção, toda especial, o tabuleiro da política paraibana partindo da premissa de que sendo Cícero ou Ricardo eleitos para o Governo do Estado, os Cunha Lima terão que se ausentar definitivamente do sonho do Palácio da Redenção por no mínimo oito anos. Já no caso de Maranhão se reeleger serão apenas quatro anos e ai quem pensa que Maranhão é bobo se engana.
O Governador Maranhão tem uma excelente alternativa caso resolva não disputar a reeleição em 2010. Veneziano Vital do Rêgo o prefeito de Campina Grande em vez de dividir, soma, dentro do PMDB conforme as diretrizes que Maranhão estabelecer daqui prá frente, isto sem contar que Vené é simpático por outras importantes legendas partidárias e algumas lideranças que estão definitivamente decepcionadas com os Cunha Lima e mesmo ainda não tendo recebido o afago de Maranhão tendem a apoiá-lo mais do que a Ricardo Coutinho (as razões só investigando!).
E Cícero Lucena aparece neste cenário completamente à vontade para mudar a história das eleiçoes de 2010. Se receber o apoio dos Cunha Lima disputará as eleiçoes com chances de chegar ao segundo turno para enfrentar Maranhão ou Ricardo. No entanto, se Cícero não receber o aval daquela familia, tende a se alinhar a Maranhão pensando exatamente na eleição municipal de 2011. Aliás, tenho encontrado muitas pessoas que defendem o rompimento de Cícero com os Cunha Lima.
Como sabemos que a política é dinâmica, tudo pode acontecer. Inclusive nada!

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