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quinta-feira, 28 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Encontros à Distância.
1 - O Paulo Santos ao nos saudar em sua página de boas e atualizadas informações, somadas a opiniões que merecem muita atenção pela credibilidade e o respeito do seu autor, redobra a nossa responsabilidade quanto a esta oportunidade contributiva que o seu portal me oferece. São escritos que nos engrandecem em respeito e confiança neste amigo e companheiro de grandes e históricas jornadas vividas no mundo do jornalismo e da política. Aliás, o editor deste portal (e dono ao mesmo tempo), para provar o seu atencioso e vigilante trabalho quanto ao que por aqui se publica, em razão de eu não ter atualizado o texto com uma maior frequência, ligou-me para dizer-me que encontrou pessoas que já tinham acessado a página de GR e que gostariam de saber porque os nossos artigos não se renovam a cada dia. Ora, pensei cá comigo: "quanta velocidade tem o mundo virtual e como as pessoas começam a se acostumar com o jornalismo na web". Ao receber a informação do meu editor, um misto de preocupação e alegria me invadiu a alma. A preocupação de não decepecionar o portal e aos que acessarem a nossa página. Particularmente a todas as pessoas que já nos deram o prazer de exercer a leitura de poucas linhas que escrevemos até este momento. Agora me conveço cada vez mais. O mundo virtual nunca nos deixará a sós.
As primeiras visitas...
2 - Ao professor Mazinho da Universidade Estadual da Paraiba - Campus de Guarabira, o meu abraço e agradecimento por ter ligado e parabenizado pelos textos expostos nesta página. Da mesm forma o agradecimento ao professor Rômulo Palitot, professor da UFPB, outro amigo que acessa o nosso blog. Ao publicitário e amigo Anastácio Pereira a emoção das linhas deixadas em nossa página comprovação da admiração recíproca.
SOBRE O ARTIGO ANTERIOR...
Externei a minha preocupação com o mundo infantil e o seu futuro e asseguro sem medo de errar que fatos de extrema gravidade tem ocorrido aqui e alhures fazendo com que iniciemos uma cruzada contra a falta de moralidade administrativa da parte daqueles que se intitulam "representantes do povo" nas casas legislativas deste pais.
Enquanto a inocência ilude a fome dos Maikons, das Angélicas e dos Baba Babys que ainda custarão a compreender o mundo real em que vivem, nós maiores de 18 anos somos obrigados a conviver com esta realidade crua e nojenta pela prática intolerável do abuso de poder por parte de algumas figuras que se encastelaram nas masmorras e porões do legislativo criando e executando ações completamente diversas daquelas que a lei reserva em favor do eleitor que os mantém nestas posições de verdadeiros privilegiados do poder.
Não há a reciprocidade. A esperança daquele que escolheu o seu representante é desviada para se transformar em ação que possa beneficiar apenas os "meus" de muitos que ocupam o poder legisaltivo em particular.
A Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba entrou na berlinda por conta de um tal de verba social (como se o poder legislativo tivesse essa prerrogativa), verba essa manipulada através de gabinetes e de alguns deputados tomando direções ninguém sabe para onde. O que se sabe é que fortunas pecuniárias públicas foram empenhadas e resgatadas para atender apelos sociais nunca compatíveis com aquelas necessidades sociais do nosso povo pobre e miserável da Paraiba.
E ao que parece o assunto aos poucos foi morrendo. As páginas de jornais impressos, da webjornalística, os programas de rádio, os textos de comentaristas políticos vão se tornando flácidos, pálidos e tímidos, como se as explicações divulgadas em notas oficiais revelassem verdades legítimas, quando sabemos que mais uma vez o povo é que é escamoteado.
O que estarrece é que as instituições que tem o papel de fiscalizar e denunciar esse tipo de atividade noçiva ao dinheiro dos tributos que pagamos, sequer dão o ar de sua graça. Ninguém se pronuncia. Ninguém se expressa em nome daquelas instituições que tem o papel constitucional de exercer a fiscalização em nome da sociedade e da moralidade pública. Essas instituições a que me refiro são O Minstério Público e o Tribubal de Contas do Estado.
Alguém discordando do que escrevo ou algum ser humano (desumano) da tropa beneficiária das verbas sociais poderia até contra-argumentar: "Mas essas verbas são pretegidas por lei. Os deputados podem usufruir do direito legal de utilizá-las". Eu diria apenas a esse pobre bom-moço (sic) que as leis tem um sentido prático de fazer o bem. Só que esse "bem" tem quer ser legítimo e "erga-omnes" (para todos) e não apenas para alguns apaniguados de plantão.
E para fechar o assunto conclamo aos que tiverem acesso a este artigo: procurem despertar no povo a importância do voto e do eleitor que somos e principalmente da força que representamos. O que nos falta é consciência política. Quando o povo despertar neste sentido, abram alas, não ficará pedra sobre pedra. (Será que alguém já pronunciou essa frase?). E quem será o alvo?
domingo, 17 de maio de 2009
Não é mais nenhuma novidade encontrarmos crianças soltas perambulando pelas ruas das cidades, raquiticas, esfomeadas, maltrapilhas e expostas a toda sorte do mundo cruel que temos construido para elas ao longo desse últimos tempos.
O que pensam aquelas pobres cabeças? Que idéias se formalizam naqueles minúsculos cerébros ainda em formação? Que registros da vida atual essas criaturas humanas trazem consigo guardadas em suas pastas de arquivo na engenharia patológica de corpos fragéis e ainda extremamente indefesos?
Certamente que vivendo (vivendo?) da forma atual, essas pequenas crituras humanas não devem trazer em suas memórias boas ou estimulantes recordações pois, sabemos nós, que o ambiente familiar dessas pessoas em formação em sua imensa maioria é composto de pobreza e miséria, sem no entanto, deixarmos de registrar as cenas dantescas de violência de pais que sem oportunidades não podem exercer o devido poder familiar - legal e legítimo, por falta de emprego ou oportunidades de qualificação para melhorar suas rendas e assim viverem de forma digna conforme estabelece a Constituição Federal como "direito fundamental e garantido", sem no entanto, registramos providências objetivas substitutas para tornar essas crianças em pessoas reconhecidamente humanas e dignas em sua moral cidadã.
Se a família falha, está na lei, é o Estado que deve atuar em parceria com a sociedade para encontrar as soluções que essas crianças merecem sem reclamar porque não tem ainda a consciência politica do protesto ou da exigência do que por lei é direito deles.
Destacam-se pelo contrário, ações de corrupção e descalabro com o dinheiro público. As providências de combate são tão incipientes que mesmo punindo aqui e ali não se consegue repercutir com o efeito reparador na tentativa de impedir novas práticas. O Estado (instituição politica) foge ao seu real papel para dar lugar a outro tipo de politica vergonhosa - a exemplo da verba social utilizada pelos deputados estaduais paraibanos verdadeiros algozes do sofrimento, da humilhação e do atentado a dignidade daquelas crianças que não entendendo ainda o que se passa contra elas, riem, correm e brincam sem saber que episódios o futuro lhes reserva. Sobre esse tema escrevemos na sequência.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Um canto para os encantos! A forma de se comunicar.
Criar este espaço significa muito para quem vive o dia a dia da comunicação em sala de aula transmitindo conhecimentos e educando gerações para a vida. Ao mesmo tempo, acompanhamos as informações emitidas pelos varios meios da midia e a inquietude em muitos desses momentos nos força a deduzir com é dificil para quem se acostumou com a comunicação de massa se recolher a comunicação da sala de aula. É preciso mais espaço. É preciso ampliar a rede e não há instrumento mais legitimo para este intento como a rede mundial de computadores.
Para tanto, era preciso um 'estalar de dedo' e esse estalo me foi dado pelo amigo e jornalista Paulo Santos, figura de prova no cenário do jornalismo político do meu Estado - a gloriosa e resistente Paraiba, convidando-me para paticipar do seu Portal.
Ora, foi a faca no queijo.
Depois eu escrevo mais sobre esse encontro.
