O meu tempo está tomado pelos estudos voltados ao Doutorado em Educação que ora desenvolvo na Universidade Federal da Paraíba e, esse é o grande motivo par durante o periodo de quase um ano deixasse de escrever os meus textos e os publicasse neste espaço. Mas, como nem tudo é flores nesta vida, vez por outra somos atropelados por situações que nos inquietem e nos criam intranquilidades e dúvidas quanto ao futuro da humanidade, apesar de que o "futuro a Deus pertence".
Nesses últimos dias fomos surpreeendidos por noticias que não gostariamos que fossem verdades, no entanto a verdade e efetivamente dura, crua e nua.
Jovens que no entender do mundo da vida deveriam estar nos bancos escolares se preparando para a construção de uma sociedade mais humana e que utilize a paz e a harmonia como ingredientes fundamentais na convivência pacífica entee os homens, contrarios a todos esses pressupostos, se contradizem enquanto seres humanos e praticam a bárbarie contra os seus semelhantes.
O que dizer desses jovens queimadenses que se dispuseram a descrever o futuro de algumas mulheres jovens daquele sociedade, estabelecendo os caminhos da pervesidade, da maldade, do terror e da bárbarie, buscando nessas práticas momentos de prazer (?), como se o sofrimento alheio, a humilhação do outro (a) se justificassem.
Pobres familias, de um lado e de outro. Triste sina para todos/as. Agora é preciso muito cuidado no trato do problema do ponto de vista juridico. Não se admite tratar os bandidos como "jovens" inexperientes e que no afã das aventuras dos finais de semana promoveram uma bricandeirinha qualquer.
Da mesma forma como "eles" decidiram em provocar nas vitímas os resultados constatados, como se fossem semi-deuses, que os semi-deuses da justiça os façam responder pelo que praticaram, cuja punição possa representar para esses "marginais", uma lição efetiva, da qual nenhum deles possa esquecer jamais, apesar de que mesmo assim as vidas perdidas nao serão recuperadas, mas a dignidade de um povo será respeitado.
Aliás, esse lamentável fato nos põe diante um tema que precisa ser encarado de frente pelos pais (me refiro a pai e mãe): é lamentável que grande parte da juventude esteja jogada ao léu sem receber dos pais as instruções de civilidade e de cidadania que são fundamentais a partir da capacidade cognitiva da criança. A atenção dos pais em relação a formação dos filhos pode evitar muitos desses problemas que estamos registrando nos dias de hoje.

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