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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A corrida paralela de Vené!

Enquanto a imprensa política da Paraíba concentra sua atenção nos nomes de Maranhão, Ricardo Coutinho e Cícero Lucena como figuras finalizadas para a disputa do Governo do Estado em 2010, considero importante caminharmos por outros caminhos que nos levem a alternativas viáveis de outros nomes, nos possibilitando análises mais aprofundadas sobre o que queremos e o que merece a Paraíba em termos de gestão futura.
Nunca será demais lembrar que logo após a vitória de Cássio Cunha Lima em 2006 e sua posse em 2007, os simpatizantes de Maranhão desfilaram de "luto" pelas principais ruas e avenidas de nossa capital, para em seguida, o candidato derrotado (nas condições que todos os paraibanos tomaram conhecimento a posteriori), entrasse com a demanda judicial reclamando o cargo em seu favor.
Daquele momento, até o presente, o povo paraibano concentrou sua atenção nessas duas figuras expoentes desta pobre política tuipiniquim e de outra coisa não se falou mais. E a imprensa tem ajudado neste retrocesso, independente de ser hoje Maranhão o Governador do Estado.
Por fora apareceram Ricardo Coutinho, que sem dúvida nenhuma, se perdeu ao resolver se aliar aos Cunha Lima e Cícero Lucena que entende que chegou sua hora de dar o grito de "independência" e que por isso deve ser traído em saus pretensões por aqueles a quem Cícero tem sido fiél e leal em toda sua trajetória de vida pública.
Mas não se enganem. Correndo por fora e sendo considerado hoje a maior liderança jovem do do Estado da Paraiba, o prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo preenche todos os requisitos condicionantes para uma boa candidatura ao Governo do Estado. A sua primeira gestão o credencia a esta pretensão e no embate de repercussão política em termos de imagem em mais de 75% (setenta e cinco por cento) do interior do Estado, Veneziano Vital do Rêgo é muito mais conhecido do que Ricardo Coutinho.
A imagem do prefeito campinense se reflete em toda a região interiorana da Paraíba, enquanto, a imagem de Ricardo se limita a incursões regionais em áreas próximas da capital. Para o povo do interior do Estado (nesta faixa de 75%), Veneziano é considerado um grande gestor, sem no entanto, deixar de reconhecer Coutinho também como um grande gestor, só que em intensidade menor.
Veneziano tem uma postura fácil de chegar. É simpático e comunicativo. É vibrante. Olha no olho do povo. Ricardo é desconfiado. Mantém-se fechado. Usa uma linguagem política não compreendida pelas massas. É critíco contumaz. Cria vitímas.
Se amanhã ou depois de amanhã alguém me disser que Veneziano será candidato ao Governo do Estado e que Maranhão decidiu disputar o Senado, estaremos diante de uma perspectiva fabulosa de discutir uma Paraiba nova com comportamentos políticos também inovadores, abrindo-se efetivamente uma oportunidade do povo chegar ao poder. Pelo menos é assim que eu espero, viu cabeludo?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Fiscalizem o Transporte Escolar antes que seja tarde!

Não quero parecer dramático, no entanto, não posso me permitir omisso numa situação tão grave e critíca. Refiro-me ao mercado de transporte escolar em nossa capital paraibana que tem crescido em quantidade nos últimos anos, mas, lamentavelmente a qualidade deixa a desejar.
Gostaria que as autoridades que cuidam do trânsito em João Pessoa e para tanto solicito o apoio dos colegas jornalistas e radialistas, resolvessem fiscalizar como determina a lei para constatarem que a nossa preocupação não é nenhuma fantasia.
Basta verificar a forma como determinados motoristas - profissionais desse veículos escolares se comportam quanto aos limites de velocidade, numa loucura sem igual cortando as ruas e avenidas de nossa capital numa pressa irresponsável sem levar em consideração que no interior de seus veículos viajam crianças sem esperiência, sem segurança, sem o apoio fundamental de uma pessoa que possa lhe oferecer a ajuda nos momentos cruciantes do vai-e-vem dessas Vans e de outros veículos similares.
Parece até que essas crianças, cujos pais pagam caro por esse transporte, são cargas materiais sem qualquer observação quanto ao risco que correm.
É interessante observar ainda como os condutores de alguns desses veículos chegam em saem nas áreas externas das escolas. Chegam em alta velocidade, mantém seus motores em funcionamento, movimentam o veículo o tempo inteiro obrigando as crianças a descerem ou subirem apressadas sem a obsevação da segurança obrigatória que cada uma delas tem direito como consumidora e em razão da idade. E partem em alta velocidade. Ainda bem que Deus proteje todos aqueles inocentes que não atentam para o perigo ao qual estão submetidos. Triste Estatuto da Criança e do Adolescente, para não esquecermos de lamentar também a falta de respeito com a legislação de trânsito.
Sem alguém duvida do que estou escrevendo, tome a iniciativa de ficar em determinados trechos de grande movimentação de trânsito em nossa cidade e, observem atentamente como alguns desses profissionais do transporte escolar agem sem qualquer pudor ou respeito a tantas familias que confiam suas crianças aos cuidados de alguns desses incautos prestadores de serviços.
Com a palavra o Ministério Público, o STTRANS, o Juizado da Criança e do Adolescente, A Polícia de Trânsito, o Detran e tantos outros órgãos comuns que podem ajudar na solução do problema.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

As cerimônias públicas sem legitimidade: O povo sempre ausente!

As práticas políticas não se refinam nunca. O agir dos poderosos na função pública mantém-se no patamar da repetição e nada de novo se registra para o bem do povo. Pelo contrário, tudo se repete como dantes.
Estive recentemente em uma solenidade promovida pelo Governo do Estado ocasião em que se inaugurava (sic) novos serviços e novas atividades desenvoldias pela PB-PREV e pelo antigo IPEP.
Bandas de Música, sistemas de sonorização, faixas expostas na cidade, anúncios em rádio, tv e jornais, convocação de auxiliares e de políticos para fazerem número e prestigiarem o evento, mas, o povo, o principal alvo de qualquer atividade, esse não aparece.
Os eventos se transformam em desfile de correligionários e encontros públicos de apainiguados do poder, alguns ostentando a prepotência natural de quem nunca deveria ser alçado a essa condição e todos a postos para receber o "chefe".
De repente alguém anuncia: "ele está chegando". O Governador. Alvoroço, algazarra, jogo do empurra, os mais afoitos, principalmente aqueles que ganham ser fazer nada, fazem questão de serem vistos pelo "chefe" e driblando as cotoveladas, os empurrões e o ombro-a-ombro, finalmente conseguem um lugar privilegiado exatamente onde o "chefe" descerá do seu carro especial para cumprimentar mãos que hoje lhe afagam, mas, que podem tê-lo massacrado no passado ou que o massacrarão no futuro, conforme o carinho destinado a aqueles.
Em resumo, o evento que deveria reunir o povo - maior mandatário do poder, não passa de uma reuniãozinha de politiqueiros e de políticos, no entanto, sem haver da parte do próprio governo, o zêlo com o dinheiro desperdiçado em propagandas ilegais e eventos descaracterizados de uma verdadeira cerimônia pública e, por esta razão não receber a aprovação da sociedade.
Outro aspecto lamentável é que o governo acha que por não ter horário específico quanto a obrigação de expediente, o povo da mesma forma, não tem o que fazer e toda hora é hora para se programar solenidades promocionais para o agente de plantão.
Na prática o povo tem comprovado que o governo não tem razão e por isso fica só, isolado e para não se desmoralizar por completo, convoca o seu grupo de seguidores, que deixando de lado horário de trabalho, responsabilidades públicas, atividades de interesse coletivo, priorizam os interesses do agente político.
Porque continuar assim? Porque não costruir um novo modelo de gerenciar as cerimônias que implicam na entrega de serviços ou na entrega de obras realizadas pelo governo em favor do povo? O que é que soma para o governo a permanência desse modelo desgastado e superado de fazer eventos oficiais?
Há casos em que as verdaderias autoridades que deveriam ser registradas como presenças especiais e tendo tudo a haver com o evento em evolução, são esquecidas pelos mestres de cerimônias que são forçados a anunciar com destaque e veemência nomes de certos parasitas que por ocuparem cargos políticos se sobrepõem aos capacitados auxiliares técnicos que desempenharam com eficiência, honestidade e responsabilidade as suas funções, mas, para lamentação de alguns, na hora da festa, são esquecidos e substituidos por figuras emblemáticas que só aparecem em regra, nesses momentos.
Quando tudo isto vai mudar? Talvez nunca. Como esquecer a noitada a estilo "romano" promovida pelo Palácio do Planalto em recente visita de Lula as obras da transposição em Pernambuco? Sugestões? Enviem para nós.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Vamos debater e encontrar soluções para o grave problema do trânsito em João Pessoa.

Eu nunca tive a menor dúvida de que o problema do trânsito em João Pessoa é uma questão prioritária e de extrema urgência em busca de soluções que atendam aos gritos aflitos de centenas de usuários do sistema de circulação de veículos em nossa capital.
Independente de ter o artigo que publiquei neste blog ajudado ou não no despertar das atenções necessárias ao problema, fiquei mais do que lisonjeado quando esta semana assisti uma entrevista do Procurador de Justiça, amigo e conterrâneo Valberto Lira, declarando que estava a adotar algumas medidas no sentido de que sejam encontrada algumas soluções emergentes para solucionar o cáos em que se encontra o trânsito de João Pessoa.
Acredito que partindo do Ministério Público e por intermédio da Curadoria do Cidadão, a qual é competentemente dirigida pelo Procuardor de Justiça, Valbeerto Lira, os resultrados podem ser encontrados com mais celeridade do que se imagina numa demonstração da sintonis do MP paraibano com os problemas mais graves que afetam diretamente a paz e tranquilidade do nosso povo.
O que lamento é que não consigo enxergar se algum parlamentar (municipal ou estadual), levantou esta bandeira e ao mesmo tempo não compreendo quanta omissão daquelas pessoas que deviam servir de instrumento de comunicação entre os interesses da população e as cobranças as autoridades competentes para a soluão de tantos problemas que inquietam e tiram a paz do nosso povo. Parece até que não temos poder legislativo neste municipio nem neste estado.
Aproveito para fazer um apelo aos nossos principais comunicadores de veículos de massa - a exemplo das emissotas de rádio, que se aliem ao MP e vamos juntos buscar alternativas que permitam um trânsito menos louco, menos caótico e menos assassino.
Já indicamos uma sugestão. A melhoria da rede de transporte coletivo urbano. Aproveito para deixar uam outra sugestão a ser estudada pelas autoridades: vamos desafogar o trânsito nos principais corredores da cidade e utilizar as avenidas e ruas paralelas a estas para a circulação dos coletivos urbanos - um dos grandes vilões para a guerra do trânsito.´
É importante lembrar que nos corredores de trânsito da cidade não circual apenas coletivos urbanos. Além deles, circulam os veículos dos particulares, taxis, veículos de carga e motocicletas, poranto a idéia de que corredores devem priorizar coletivos urbanos já está mais do que ultrapassada.
Para finalizar por hoje uma alerta: algúem já observou como os veiculos denomiandos de Transporte Escolar circulam nos horários de pico? Paracem mais carros de corrida em busca do primeiro lugar. E as nossa crianças como ficam? A resposta com as autoridades (sic) do nosso trânsito. Ainda volto a escrever sobre o tema.

domingo, 8 de novembro de 2009

A solução começa pela melhoria na oferta de ônibus adequados para transportar pessoas.

Eu estou parado no sinal de trânsito e aguardo a abertura da luz verde. Ao meu lado, de repente passa um veículo conduzido por um jovem. Ele olha para um lado e para o outro e não vendo nenhum veículo arranca em velocidade e ultrapassa o sinal vermelho sem a menor cerimônia.
Eu venho circulando no meu carro, procurando desenvolver a velocidade conforme o ambiente por onde passo. Um veiculo me ultrapassa e faz um zigue zague em velocidade não compatível com o local.
Um motorista conduz uma bela caminhonhete dessas importadas que mais parecem um foguete do outro mundo. Espaço reduzido - o que é comum em João Pessoa e o motorista da caminhonhete, talvez pensando que tamanho de carro é documento e o torna uma autoridade sai apertando os que se colocam à sua frente ou ao seu lado e triste daquele que se meter a besta de querer se trocar com o brutamontes da máquina quente.
É de se perguntar: E as autoridades de trânsito onde estão? Não se vê uma viva alma fardada em locais de fluxo complexo onde a todo instante pode acontecer conflitos e o pior é que acontecem os lamentáveis acidentes. Quando o prejuízo é material, tudo bem. No entanto, quando há vitimas fisícas conforme a pancada muitas correm o risco de sequelas profundamente lamentáveis.
É hora de se unirem, STTRANS, CPTRAN, DETRAN, Secretaria de Segurança Pública, Comando da Polícia Militar, Ministério Público, Imprensa, Universidades e Segmentos de Representação do Comércio, da Indústria e de áreas afins para estudarem juntos uma maneira bem mais adequada para tornar o trânsito de João Pessoa seguro.
Da forma como está até parece que estamos na India - cada um para o seu lado. Temos perdido horas sentados dentro de um carro na ida ou na volta. Não tem perdão. Todos estão sofrendo o fato do crescimento quantitativo da frota de veículos e sem uma nova projeção de como utilizar o espaço urbano com essa finalidade.
Qualquer dia desses será preciso deixar o carro em casa porque não compensará utilizá-lo na loucura que está se tornando o trânsito de João Pessoa.
Alguma providência tem que ser adotada pelas autoridades ou na pressão da sociedade - seja proprietária ou não de veículos. O primeiro passo que podemos sugerir é a mudança na estrutura da oferta do serviço de transporte coletivo. Talvez a oferta de ônibus adequados para o uso da população motive muita gente a deixar o seu carro em casa. Eu por exemplo, serei um dos primeiros. Apenas quero ter a certeza de que não circularei feito sardinha em ônibus projetados para carregar caixas ou sacos de batata. Nem de longe me pareço com tais objetos.