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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Coutinho: reação as intempéries eleitorais!

É impressionante como as verdades vem à tona por mais panos quentes que lhes possam manter-se submersas para esconder interesses que podem ser prejudicados quando essas verdades chegam ao conhecimento público.

A imprensa (tanto de um lado quanto do outro lado), amanheceu esta segunda feira, último dia do mês de maio dando todos os destaques possíveis aos números de uma pesquisa detalhada publicada no final de semana pelo Jornal da Paraíba cujos números na proporção em que assustaram alguns, tranquilizam outras pessoas, especialmente aquelas como eu (desculpem a imodéstia) tem procurado se pautar com absoluta neutralidade (por enquanto, é verdade), a respeito dos nomes que pretendem disputar as eleições para o Governo do Estado em outubro deste ano.

Os números divulgados, pela minha humildade ótica confirmam o que eu tenho conversado a míude com alguns amigos mais chegados, tanto seguidores de Maranhão quanto seguidores de Ricardo Coutinho, que, essa aproximação de Coutinho aos Cunha Lima nao renderia bons frutos nem bons fluídos ao ex-prefeito da capital em razão do desgaste politico daquele grupo cujas práticas históricas sofreram até recentemente crtícas de Coutinho e de seu grupo além de terem incomodado os paraibanos que se viram mais uma vez obrigados a sofrer com as notícias irônicas e humilhantes veiculadas pela grande midia nacional.

A união de Coutinho e os Cunha Lima só trouxe vantagens para o grupo campinense que precisava se fortalecer com sangue novo depois de todos os episódios vividos pelo governador cassado e pela falta de ações administrativas concretas dos seus seis anos de governo sem nenhum ponto de destaque que pudesse amortecer o sofrimento natural e o desgate em razão de todo o processo de cassação.

Enquanto isso Coutinho que saiu de uma reeleição com mais de setenta por cento dos votos e no segundo governo tinha a aprovação de mais de sessenta por cento dos administrados, após sua vinculação ao grupo Cunha Lima e consequentemente aos aliados daquele, inclusive o Senador Efraim Morais, formou-se uma curva descedente em desfavor do ex-prefeito pessoense que conforme os números de todas as pesquisas até agora publicadas nao apresenta qualquer nível de crescimento.

Alie-se a isso o forte esquema de apoio e estratégia politicos formados por Maranhão e seu grupo que tem sabido ocupar os espaços de mídia e convence (sic) destacados nomes do jornalismo político paraibano em dar-lhe destaque como homem estrategista politico e ao mesmo tempo grande administrador, mesmo que as obras comandadas por Maranhão tenham sido iniciadas no governo de Cunha Lima que por sua vez nao teve a competencia que Maranhão tem para publiciza-las a quem de direito, apesar das noticias de intenso gasto publicitário com publicidade no governo cassado.

Voltando a pesquisa do Jornal da Paraiba, sem dúvida, deve o grupo de Coutinho se preocupar com os números. Maranhão lidera em todos os regionais do Estado e em alguns com índices inquietantes para Coutinho e Cia. Mesmo liderando em Campina Grande, a diferença favorável a Coutinho é muito pequena e o fenômeno nao deixa de ter a influencia da recente cassação do prefeito Veneziando Vital do Rêgo, obstáculo esse que pode se superado conforme a decisão do TRE.

Há quem culpe Coutinho pelo fato de ter abandonado suas bases em João Pessoa para se preocupar com o interior cuja estratégia para alguns é de autoria dos Cunha Lima para tornar Coutinho mais conhecido junto aos eleitores do interior do Estado.

A bem da verdade, levando-se em consideração que há um desgaste natural contra Coutinho pela saída do poder, sua ausência da capital é sim sintomática obsevando-se que as oposições foram fortalecidas e que Lauremília/Cicero tem muita força em João Pessoa o que nao se pode dizer o mesmo do governador cassado e neste ponto que pode se configuar o desequilibrio explorado em seu favor por Maranhão.

Nao podemos duvidar da capacidade de recuperação dos Cunha Lima pelo histórico que conhecemos de perto e dele já tivemos a oportunidade de participar. Queremos descobrir se Coutinho tem esse mesmo folego e se essa soma lhe dará chance de uma recuperação que estimule os seus seguidores, muitos preocupados e inseguros neste momento.

Nao se pode também desprezar o fato de que a campanha ainda não começou e que a mídia eletrônica será de fundamental importância para decidir a favor de um ou de outro. Levemos em consideração ainda que no quesito de rejeição os dois principais candidatos estão praticamente empatados, porém na leitura de hoje Maranhão tem chances de vitórias e conforme os acontecimentos daqui prá frente, pode ser reeleito no primeiro turno.

Vamos aguardar esses acontecimentos. Vamos assistir de que forma Coutinho reaje as intempéries eleitorais.








domingo, 30 de maio de 2010

O arrepio do Agente Político a expressão: TRANSPARÊNCIA!

A política paraibana vive um momento de intensas trovoadas e fortes rajadas de ventos, mas, ainda não deu para provocar um chuvaréu que possa nos garantir boas safras.

Por falar em safras, como podemos esperar uma boa safra do atual momento politico paraibano abarrotado de denúncias contra agentes políticos e agora tendo como agente político-mor o Senador Efraim Morais?

Será que só Morais tem esse comportamento de contratar assessores, pagar-lhes um mísero percentual do valor da remuneração real e ficar com o resto? Pelos menos é essa a história contada pela grande mídia e confirmada pela própria policia legislativa brasiliense.

Eu fico a matutar aqui com os meus teclados (botões já eram!): Nesse mundo de meu Deus aqui em nossa terrinha será que somente o o senador do (DEM) ou do bem? pratica esse absurdo?

Porque os demais parlamentares federais não aproveitam a oportunidade para se abrirem ao eleitor e mostrar a todos nós como se compõem os seus gabinetes, suas folhas de pagamento, seus gastos financeiros conforme as verbas de gabinete, etc. etc.?


É um excelente momento de se comprovar o profundo respeito e o cumprimento ao art. 37, caput da Constituição Federal quanto ao fato da publicidade dos atos dos Agentes Públicos (a transparência) em sentido lato.

Do contrário fica configurado e sem graça esse medo terrivel que alguns desses Agentes Políticos têm com essa palavra mágica - TRANSPARÊNCIA.

terça-feira, 2 de março de 2010

Fica Véné, Fica!

O prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo, tem bons motivos para optar em ficar no comando da Prefeitura Municipal da cidade rainha da borborema em vez de aceitar uma vice de candidato na chapa ao Governo do Estado encabeçada por Maranhão.
Se Maranhão desejasse confirmar ser um estadista, líder incontesti e raposa velha na política (o que a incompetência dos Cunha Lima tem permitido nesses últimos anos), o guru de Araruna em vez de pleitear ilegitimamente uma quarta candidatura ao Governo do Estado, deveria sim, abrir espaços para as novas lideranças do seu partido e de partidos aliados em razão do desligamento perfeitamente compreensivo do prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, que aliás, não fosse a falta de sensibilidade politica de Maranhão deveria ser o candidato dele ao Governo do Estado.
Alguns nomes ligados a aliança politica de Maranhão tem muito mais perspectivas de renovação e de transformação do que essa permanência de Maranhão no poder sem nenhum traço de mudanças que façam da Paraiba um Estado diferente, um Estado atualizado, um Estado voltado para as nuances sociais, politicas e economicas que acontecem por exemplo em nossos vizinhos: Pernamuco, Rio Grande do Norte e Ceará.
Entendo que Veneziano Vital deveria sim, comandar na qualidade de candidato ao governo estadual, a campanha da situação, tendo ao seu lado por opção, nomes a exemplo de Roberto Cavalcanti, Manoel Junior, Fátima Paulino (Roberto já foi vice e chegou ao governo), Nabor Wanderley, Francisca Mota, e tantos outros nomes disponiveis para uma chapa nova, moderna, atualizada e estimulante.
Já imaginou, por exemplo, se de repente Veneziano e Ricardo se juntassem e lançassem uma chpa juntos? Ricardo e Vené ou Vené e Ricardo. Se os dois fechassem questão cada um teria oito anos de poder e juntos teriam 16.
Essa história de Vené ser vice de Maranhão não dá. Apesar de que Vené deixando o governo de Campina Grande, a Prefeitura ficaria muito bem entregue nas mãos do meu estimado e querido amigo José Luiz Junior.
Acho que Vené deve continuar cuidando bem de Campina Grande e concluir todos os seus projetos de transformação da cidade de Teodósio de Oliveira Lêdo a essa altura preparando um bom nome para disputar com os Cunha Lima as eleições de 2012.
Fica Vené, fica!.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Triste imprensa paraibana

Não quero ser injusto nem tão pouco servir de palmatória do mundo, mas, o que temos assistido ultimamente no imprensário político paraibano é de dar dó em qualquer pessoa mesmo desavisada e que nao viva o dia a dia do jornalismo politico.
Os veículos de comunicação, na sua imensa maioria, se prestam na promoção de discussões tolas e inconcebíveis onde se destaca a preferência do comunicador, do jornalista ou do emissor de opinião, todos procurando exaltar as qualidades dos seus preferidos e sem qualquer pingo de ética, soltar as feras contras os adversários dos seus protegidos.
E o pior disto tudo é que essas frentes tem duas preferências visiveis: Maranhão e Cássio Cunha Lima. Ora, convenhamos: a disputa pelo Palácio da Redenção apresenta hoje três nomes que devem disputar as eleições - Maranhão, Ricardo e Cícero, além, dos candidatos de partidos ortodoxos e radicais tipo PSOL que deve lançar o seu candidato.
Entendo que o eleitor e o povo paraibano como parte mais interessada deveriam receber informações transparentes sobre todos os possiveis candidatos sem essa postura baixa de determinados jornalistas e comunicadores em tentarem manter uma linha de subserviência ao poder em troca de favores - conhecidos da grande maioria dos verdadeiros e honrados jornalistas e comunicadores paraiabanos.
Neste desiderato, nota-se com absoluta clareza a administração da policia politica de determinado candidato no exercicio do poder que consegue aglutinar ao seu lado um número expresso de interesseiros que aceitam a subserviência em troca de pagas além de lançarem suas expectativas sobre o quanto podem faturar no futuro em termos de ganhos pessoais como se a política nao fosse um sacerdócio e sim um mero negócio como apregoou o poeta Ronaldo Cunha Lima.
Neste tenebroso e imundo quadro temos a clareza e a evidência como a mente humana é má perigosa, pois, a bem pouco tempo, o prefeito de João Pessoa Ricardo Coutinho era o maior administrador e gestor públicos do Estado da Paraiba, enquanto aliado do Governador tampão José Maranhão. Acontecer que, bastou Ricardo dar demonstrações claras de vontade em disputar o Governo do Estado e se afastar da aliança com o PMDB para que determinados jornalistas e comunicadores - ungidos pelas benesses oferecidas, passasassem a detratar chegando as raias do desrespeito ao novo e incontestável líder da política paraibana Ricardo Coutinho que de herói se transformou em vilão na opinião desses desacreditados comunicadores e jornalistas.
Atenção API, Sindicato dos Jornalistas, Sindicato dos Radialistas, Conselho de Ética, Conselho de Comunicação, OAB, Ministério Público, entre tantas outras entidades que podem contribuir para a mudança de comportamento desta parte da imprensa: é preciso fazer algo para inibir esta prática inconveniente que tem mantido o Estado da Paraiba neste nível de miséria e desgraça social, pois os problemas que reclamam solução nao tem foco na visão distorcida dessas figuras que na qualidade de formadores de opinião desviam a finalidade e o objeto dos veiculos de midia que em vez de promover o bem social, promovem o bem grupal ou o interesse localizado.
Triste povo paraibano inocente em suas esperanças. Triste eleitor que acredita e deposita nas mãos de incautos politicos sua sorte cidadã. Triste imprensa paraibana que não acordou para buscar o maior valor que pode ter quando conquistar como grande aliado: O POVO.