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sábado, 12 de dezembro de 2009

Um atentado a dignidade do Servidor Público Paraibano!

Servidor Público é hoje uma profissão como outra qulquer e se aprimora na proporção em que gestões públicas comandam a Administração Pública, seja na esfera Estadual ou na esfera Municipal, pois, quanto a Administração Pública Federal há uma evolução pontual que a diferencia das demais, mesmo que se reconheça a fragilidade ainda que impera em órgãos federais localizados em Estados ou Municípios.
Apesar dessa valorização profissional que é dada pela lei ao Servidor Público, este profissional ainda carece de maiores despertares quanto ao valor de que é possuidor e a força que representa na estrutura do serviço público de uma forma geral.
O Servidor Público na sua grande maioia ainda não despertou para compreender o quanto a categoria é forte e se agisse neste aspecto possivelmente alguns politiqueiros de plantão não assacariam contra a dignidade do servidor público, fazendo-lhe escravos de interesses escusos e moralmente improbos.
Agora mesmo a Paraíba vive esse drama. Maranhão, que nunca gostou de Servidor Público, tendo como comandante de operações o Secretário Antonio Fernandes, impõe ao Servidor Público do Estado um situação ridícula e desumana, o cadastramento junto ao Banco do Brasil sob a ameaça de se assim não o fizer não receber os 13º salários e a partir de então os salários mensais a partir de janeiro de 2010.
Negociar contas de pagamento de salários de servidor com bancos, públicos ou privados, significa negociar interesses de terceiros (dos servidores) e, da forma como o Estado vem se postando e se portando, acredito que seria de bom tamanho (para não dizer "de bom alvitre"), que o Ministério Público Estadual saisse em defesa dessa tão humilhada categoria que vive sob as garras de políticos vencidos e de gestores nazistas que não se preocupam com a importância de cada uma dessas pessoas, a maioria delas, detentora de uma única atividade profissional - o serviço público.
Se não me falha a memória os Servidores Públicos integram algumas entidades representativas, no entanto, infelismente nenhuma delas dá sinal de existência, pois, não se ouve e não se vê nenhuma voz nem ninguém se instituir como representante da classe para reclamar em nome desta categoria contra esta forma desumana e cruel como o Governo de Maranhão trata os servidores que comopõe a máquina do Governo Estadual. E atentem para o mais grave: os humildes, o que ganham menos, porque a imprensa denunciou que os apainguados e apadrinhados fizerem seus cadastrsos em suas salas geladas com ar-condicionado regados a cafezinho e água gelada. Ora, ningéum é de ferro.
Cadê os pseudos líderes sindicais, de associações ou outras instituiçoes equivalentes? Será que essas instituições só servem de bucha de canhão e assim usadas para atender interesses politiqueiros? Há alguma excessão?
O que está ocorrendo no Espaço Cultural neste final de semana é suficiente para nos comprovar mais uma vez que a Paraíba continua em péssimas mãos e que o servidor público continua lamentavelmente dependente dos favores de gratificações e de outras vantagens que o impede de tomar posições contra essas maldades praticadas contra essa categoria.
E os politicos que ocupam os espaços representativos na qualidade de parlamentares? Assembléia, Câmara Municipal, Câmara Federal, Senado, etc. Onde ficam? Porque não se pronunciam?
Ainda vai levar muito tempo para que o povo da Paraíba entenda que esta gangorra maranhista e cunhaliminsta só tem causado sérios e irreparáveis prejuízos ao nosso povo, a nossa história, sem nos permitir sequer pensar no futuro.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Cicero desacreditado por Cássio poderia convênce-lo a apoiar Maranhão. Qual a diferança?

O homem que tem como riqueza maior de postura humana um conjunto de valores pautados por princípios, ao se deparar com decisões inevitáveis, cujos resultados podem fazê-lo romper com vínculos que o envolveram emocionalmente, fica deveras estupefato com as peças que a vida prega contra as nossas vontades.
Eu me refiro ao estágio de vida atual do Senador Cícero Lucena. Conheço Cícero desde a histórica campanha de 1986 quando Burity, Humberto e Raimundo Lira encabeçaram a chapa da oposição e derrubaram o todo poderoso Wilson Braga com uma esmagadora vitória que consagrou Burity como líder inquestionável.
Naquele campanha, a chamado de Lira e Humberto eu fui assessor da chapa majoritária fixando o meu comitê de trabalho entre a bela mansão de Raimundo Lira em Campina Grande e o Hotel dos Navegantes em Tambaú para dara conta das mil atividades que me foram confiadas por Burity, Humberto e Lira, além das cansativas viagens a partir das quintas-ferias para comandar e apresentar os comícios ao lado desses candidatos.
Certa vez Humberto me pediu para arquivar certas documentos referentes as despesas de viagens e que deveriam ser entregues a Cícero Lucena quando do nosso retorno a João Pessoa. Foi naquela oportunidade que conheci o jovem e empreendedor Cícero Lucena sentado em um escritório simples mas aconchegante em uma empresa de construção civil em João Pessoa.
Daquele momento em diante travamos uma amizade de admiração recíproca culminando com o nosso encontro de trabalho no governo dele e Ronaldo a frente dos destinos da Paraiba quando convocado pelo segundo fui fazer as vezes de Coordenador do Cerimonial do Governo do Estado além de ocupar o cargo de Mestre de Cerimônias naquele governo e nos governos seguintes (de Cícero, Mariz e Maranhão I).
Foi na convivência do Gabinete Civil e nas viagens oficiais que fizemos juntos que me aproximei um pouco mais do cidadão e do político Cícero Lucena. Foi o suficiente para saber que estava lidando com um homem sério, responsável e de uma visão humanística muito larga e ascendente na proporção em que os espaços políticos lhes foram ofertados, autação esta pautada pela decência e com largo espiríto público.
Ao longo de sua carreira política (foi prefeito de João Pessoa por duas vezes) e atualmente exerce um mandato de Senador, sempre como aliado dos Cunha Lima, apesar das rugas que o tempo decidiu em constuir mas que não foram suficientes para um rompimento. Bem que Cícero poderia ter tomado esta decisão em tempo bastante pretérito.
A sua lealdade aos Cunha Lima nunca foi questionada e enquanto pode decidir em conjunto com Ronaldo, o seu futuro, o futuro da clã e o futuro dos partidos a que sempre estiveram ligados (PMDB e depois PSDB), as decisões sempre foram legítimas e fortificadas pela luta conjunta em companhia de inúmeros amigos e correligionários que sempre estivem ao lado dos dois.
Essa relação quase familial - como o próprio Ronaldo gostava de destacar - aos poucos foi sofrendo fissuras causadas pelo comportamento nada amistoso do filho de Ronaldo (Cássio) que ao longo desses últimos anos tem nos bastidores afastado de Ronaldo praticamente todos aqueles amigos fiéis e leais que ajudaram o poeta na longa e vitoriosa caminhada de sucesso na vida pública.
Os conflitos criados pelo filho inicialmente foram com pessoas humildes, sem cacife político, não causando as repercussões que poderiam atingir de público a sua imagem de líder insofismável. No entanto, no âmbito interno as arestas são largas e profundas e muitos ronaldistas hoje estão afastados do grupo culpando a forma prepotente e desleal como o filho de Ronaldo (Cássio), tem tratado centenas de pessoas importantes que formaram no passado o grande exército de admiradores do pai.
Tudo isso e muito mais levaram o filho de Ronaldo à cassação do mandato, perdendo o poder para o inimigo José Maranhão que no final da década de 90 foi humilhado, renegado e desmoralizado publicamente pela armação dos cassistas de plantão na histórica festa de aniversário de Ronaldo no Clube Campestre em Campina Grande. E Ivandro Cunha Lima (irmão de Ronaldo era candidato a vice na chapa de Maranhão). Imagime se não fosse.
Agora é Cícero que sofre do mesmo problema. Se vê obrigado a conviver com o seu maior e mais ortodoxo adversário - Ricardo Coutinho por uma imposição do filho de Ronaldo, que prefere não se comprometer objetivamente e estímula seus aliados a se postarem contra a candidatura de Cícero.
Ora senhores, como Cícero vai engulir tamanha indignidade? Para Cícero o óbvio é a sua candidatura ao Governo do Estado e mesmo com as arranhaduras por conta da cassação, o apoio do filho de Ronaldo é importante pois apresentaria a Paraíba um PSDB unido e em condições de vencer Maranhão e Ricardo Coutinho. Cássio não acredita em Cícero e defende a desistência de sua candidatura porque decidiu apoiar o prefeito Ricardo Coutinho ao Governo do Estado.
Cícero discorda e não será surpresa para ninguém se mantiver a candidatura mesmo sem a consistência eleitoral do PSDB sem Cássio. Assim, Cícero ficará à vontade para votar em Maranhão no segundo turno. É o quadro que se forma para as eleições de 2010 na Paraíba.
Aliás aqui vai uma pergunta?
Ora, se Cássio insiste para que Cícero apoie Ricardo ao Governo do Estado, Cícero poderia tentar convencer Cássio a apoiar a reeeleição de Maranhão, levando-se em consideração que Cássio não acredita na eleição de Cícero. Qual a diferença? Quem tiver perfil diferente que nos escreva.