Servidor Público é hoje uma profissão como outra qulquer e se aprimora na proporção em que gestões públicas comandam a Administração Pública, seja na esfera Estadual ou na esfera Municipal, pois, quanto a Administração Pública Federal há uma evolução pontual que a diferencia das demais, mesmo que se reconheça a fragilidade ainda que impera em órgãos federais localizados em Estados ou Municípios.
Apesar dessa valorização profissional que é dada pela lei ao Servidor Público, este profissional ainda carece de maiores despertares quanto ao valor de que é possuidor e a força que representa na estrutura do serviço público de uma forma geral.
O Servidor Público na sua grande maioia ainda não despertou para compreender o quanto a categoria é forte e se agisse neste aspecto possivelmente alguns politiqueiros de plantão não assacariam contra a dignidade do servidor público, fazendo-lhe escravos de interesses escusos e moralmente improbos.
Agora mesmo a Paraíba vive esse drama. Maranhão, que nunca gostou de Servidor Público, tendo como comandante de operações o Secretário Antonio Fernandes, impõe ao Servidor Público do Estado um situação ridícula e desumana, o cadastramento junto ao Banco do Brasil sob a ameaça de se assim não o fizer não receber os 13º salários e a partir de então os salários mensais a partir de janeiro de 2010.
Negociar contas de pagamento de salários de servidor com bancos, públicos ou privados, significa negociar interesses de terceiros (dos servidores) e, da forma como o Estado vem se postando e se portando, acredito que seria de bom tamanho (para não dizer "de bom alvitre"), que o Ministério Público Estadual saisse em defesa dessa tão humilhada categoria que vive sob as garras de políticos vencidos e de gestores nazistas que não se preocupam com a importância de cada uma dessas pessoas, a maioria delas, detentora de uma única atividade profissional - o serviço público.
Se não me falha a memória os Servidores Públicos integram algumas entidades representativas, no entanto, infelismente nenhuma delas dá sinal de existência, pois, não se ouve e não se vê nenhuma voz nem ninguém se instituir como representante da classe para reclamar em nome desta categoria contra esta forma desumana e cruel como o Governo de Maranhão trata os servidores que comopõe a máquina do Governo Estadual. E atentem para o mais grave: os humildes, o que ganham menos, porque a imprensa denunciou que os apainguados e apadrinhados fizerem seus cadastrsos em suas salas geladas com ar-condicionado regados a cafezinho e água gelada. Ora, ningéum é de ferro.
Cadê os pseudos líderes sindicais, de associações ou outras instituiçoes equivalentes? Será que essas instituições só servem de bucha de canhão e assim usadas para atender interesses politiqueiros? Há alguma excessão?
O que está ocorrendo no Espaço Cultural neste final de semana é suficiente para nos comprovar mais uma vez que a Paraíba continua em péssimas mãos e que o servidor público continua lamentavelmente dependente dos favores de gratificações e de outras vantagens que o impede de tomar posições contra essas maldades praticadas contra essa categoria.
E os politicos que ocupam os espaços representativos na qualidade de parlamentares? Assembléia, Câmara Municipal, Câmara Federal, Senado, etc. Onde ficam? Porque não se pronunciam?
Ainda vai levar muito tempo para que o povo da Paraíba entenda que esta gangorra maranhista e cunhaliminsta só tem causado sérios e irreparáveis prejuízos ao nosso povo, a nossa história, sem nos permitir sequer pensar no futuro.
